COMO DESTRUIR OS 7 MITOS QUE BLOQUEIAM O SEU CÉREBRO E IMPEDEM QUE VOCÊ FALE INGLÊS COMO UM LEGÍTIMO AMERICANO

Mesmo Que Você Não Tenha Nenhum Amigo Para Praticar Com Você

Por: Edu Ferreira

CEO do Inglês🍅Pomodoro, Professor e Pesquisador de métodos de
Aprendizagem Acelerada de Línguas Estrangeiras há mais de 10 anos.

Caro leitor,

ver oportunidades de vida e de carreira escorrerem pelos dedos simplesmente por não conseguir se comunicar de forma natural em inglês pode ser devastador.

Principalmente quando temos filhos e cônjuge dependendo da nossa melhoria de vida para que a vida deles possa melhorar também.

Imagine sair de casa na segunda-feira de manhã para uma entrevista de emprego, já sabendo que terá poucas chances de concorrer com aqueles que dominam o idioma inglês.

Ou pior…

Correr o risco de ter o nome incluído na próxima “barca” dos demitidos que irá passar na empresa por conta de um corte de custos e, os primeiros a embarcarem serão os que menos estão preparados para trabalhar em projetos globalizados.

Eu vivi as duas situações!

Quando estava ainda procurando emprego, encontrei uma vaga na área de TI em uma multinacional americana, onde eu teria um cargo de liderança e teria até uma vaga no estacionamento.

Eu tinha todos os requisitos para aquela vaga, estava tecnicamente preparado para uma sabatina pois sempre fui um profissional de destaque..

Eu cheguei super confiante e a entrevista foi simplesmente perfeita, até que uma ÚNICA pergunta pôs todo meu sonho por água abaixo.

A recrutadora perguntou: Você fala inglês? Qual o seu nível de proficiência no idioma?

Naquela hora o meu coração acelerou, eu sabia que não podia mentir. Foi quando eu disse nervoso: É, não, não, falo ainda.

E o sonho de um emprego melhor, salário melhor, caiu por terra. Ela disse: Inglês é um requisito básico para esse cargo. Eu fui para casa simplesmente arrasado.

A minha família não poderia ter um padrão de vida melhor, tudo porque eu não falava inglês. Quando eu cheguei em casa e tive que encarar minha esposa e assumir mais uma vez que tinha perdido mais uma excelente oportunidade para nossas vidas. oi terrível!

Eu não desejo isso para ninguém. Poderia ter dado qualquer desculpa à ela, mas acabei assumindo que todo o meu conhecimento técnico e toda experiência acumulada de nada valeu porque eu não sabia falar inglês.

Mas felizmente não me deixei abater e consegui fazer um final feliz para esta parte da minha jornada. Eu fiquei tão frustrado com aquela experiência que eu decidi que iria falar inglês e eu não ia esperar 4 anos.

Segundo estatísticas recentes, o ensino de idiomas no Brasil está entre os piores do mundo. Nesta série de quatro lições vou te mostrar como você pode se tornar fluente mesmo assim.

E para conseguir isto você precisa saber que são apenas sete dificuldades principais que estão impedindo a sua fluência agora.

Nesta lição vou resolver todas as sete pra você. Eu sei que posso ajudar você com o inglês que você tanto precisa atualmente, pois eu aprendi inglês e muitos outros idiomas em meses e, não em anos.

E já ajudei dezenas de milhares de alunos a se tornarem fluentes também.

Então vamos direto ao ponto.

Independentemente do seu nível atual e da sua idade, eu vou te ajudar a atingir a sua meta.

Isto é uma lição então vale a pena ter papel e caneta por perto. Não tem nada para você comprar aqui hoje, pode ficar tranquilo.

Isto é uma apresentação de conceitos chaves que fizeram uma diferença enorme nos meus estudos e também nos estudos dos meus alunos.

Então leia esta até o fim.

A fluência está ao alcance de todos. Não é questão de inteligência ou talentos especiais.

Porém, ela é sim mais do que um truque de magia que você pode utilizar para impressionar seus amigos na próxima festa.

Preciso te avisar sobre uma coisa séria: se você não é fluente, está te custando muito caro e você está perdendo dinheiro cada segundo.

Segundo uma matéria da TV Globo, quem fala inglês pode ganhar o dobro ou mais do que as outras pessoas.

A verdade é que hoje em dia você tem poucas chances sem inglês. Pois em muitas vagas de um nível melhor, candidatos sem inglês, geralmente nem são considerados.

E isto só vai piorar nos próximos meses e anos, pois o mundo está cada vez mais globalizado.

Eu vou dizer mais sobre este assunto daqui a poucas linhas, porém antes que você fique deprimido agora diante das estatísticas tenho uma promessa bem abusada pra você…

Me chamam de o mestre da fluência e eu posso resolver estes problemas para você.

Já ajudei dezenas de milhares de brasileiros em seus estudos de inglês e em vários casos, meus alunos chegaram a alcançar a fluência no idioma até 8 vezes mais rápido do que em um curso tradicional.

Outros estão agora trabalhando no exterior, curtindo empregos melhores, que eles não teriam conseguido sem falar inglês.

E tudo através da aplicação prática dos princípios que meus alunos estão utilizando para aprender inglês, francês, espanhol, italiano, alemão, japonês, chinês, ucraniano, islandês, romeno, russo, holandês, sueco e, muitas outras…

Seja para sua carreira, uma viagem, para criar novos relacionamentos ou assistir filmes estrangeiros: você tem que saber inglês

Desde 2012 venho pesquisando as maiores dificuldades e frustrações dos brasileiros com o aprendizado de novos idiomas, e já sei duas coisas sobre você: o fato de você estar lendo este material implica que você está querendo aprender inglês e isto é fantástico.

E a segunda coisa que eu sei sobre você, é esta: você sabe intuitivamente que deve ter uma maneira melhor de aprender inglês do que aquele velho método tradicional que não funciona mais.

A notícia boa é que você está no caminho certo.

Infelizmente isso já é o fim das boas notícias para a maioria dos brasileiros, pois segundo a revista exame da editora abril, o ensino de idiomas no Brasil está entre os 10 piores do mundo.

E até na Av Paulista, o lugar mais rico do país, 80% das pessoas não sabem falar inglês segundo um estudo do Estadão.

Este números são piores do que no Peru, na Argentina e até no Irã. Até o maior inimigo dos Estados Unidos fala mais inglês do que o Brasil.

Talvez a coisa mais frustrante é quando a gente não sabe porque alguma coisa está dando errado e muito menos como resolver o problema.

E eu identifiquei sete dificuldades principais que causam todos estes problemas.

Mito #1 - Vou travar na hora de falar.

Quando perguntei aos meus alunos cujo o número agora está em dezenas de milhares, qual é a maior frustração na hora de aprender inglês, a resposta mais frequente tem sido a seguinte:

“Edu, eu não consigo conversar e falar com fluência.”

E este problema é devido a vários fatores. Um deles é de muita teoria nas escolas de idiomas e pouca prática…

Outro fator é que os métodos tradicionais perdem muito tempo focando apenas nas habilidades passivas, como ouvir e ler…

Ao invés de focar nas habilidades ativas como falar e escrever.

Uma coisa que eu já expliquei no meu curso foi o seguinte: entender o que foi dito é uma coisa, mas conseguir manter um diálogo e se expressar com facilidade é outra.

Até alunos que entendem praticamente tudo, o que é uma habilidade passiva…literalmente travam na hora de falar, o que é uma habilidade ativa.

E ficam com aquele pavor de errar. A coisa mais chocante é que isto até cria problemas de autoestima. E por conta disso muita gente tem vergonha na hora de falar com nativos.

É um círculo vicioso. Pois assim os alunos não têm a coragem de praticar e sem prática não tem como melhorar!

O medo de cometer erros, o medo de alguém dar risada, atrapalha muito. E assim as palavras somem da mente na hora de falar. Realmente parece que há uma espécie de bloqueio mesmo.

De onde vem este bloqueio?

Bem, um problema é que a ordem das palavras é diferente no inglês.

Mas isto não é a resposta inteira…

Pois mesmo quem já sabe a ordem das palavras na teoria, muitas vezes ainda tem dificuldades para desenvolver frases completas numa conversa.

É difícil conciliar gramática e a fluência. E o pior de tudo é que muitos alunos têm a maldita sensação de que isso não vai melhorar nunca. Mesmo praticando todos os dias. E eles têm razão.

Com os métodos tradicionais de ensino, não vai melhorar mesmo. Exercícios do tipo: “Na seguinte frase falta uma palavra, qual é?”

Simplesmente não são uma boa preparação para uma conversa!

Pois quando você realmente encontra um americano, ele não vai te dar uma frase incompleta para você preencher com palavrinhas. Por isso você vai ter que formar frases enquanto você está estudando.

E também é por isso que você deve sempre focar em praticar as habilidades ativas em vez das passivas. No começo, isto é mais difícil do que os exercícios tradicionais.

Mas a gente só fica mais forte quando levantamos halteres pesados. Quem levanta halteres de meio quilo, pode frequentar academia por anos e gastar uma grana alta, mas não vai ver nenhum resultado.

Pode até ser que você demore muito para escrever cada frase. Pelo menos no início, mas não se preocupe. A cada dia que passar, as suas habilidades vão melhorar. E você vai demorar cada vez menos tempo para formar frases.

Você pode até estruturar os exercícios de um jeito que eles aumentem a velocidade gradualmente. Assim, você vai acordar um dia e perceber que você já consegue formar frases com facilidade em microssegundos.

E a partir deste momento conversar será muito mais fácil. Se você já sabe a frase sem ter que pensar, você também não vai travar.

Isso funciona mesmo e, traz resultados.

E eu posso dizer isso de experiência própria, pois foi assim que eu aprendi 8 idiomas diferentes.

Só que tem um detalhe: para chegar ao ponto de falar as frases ao invés de apenas escreve-las, existe mais um obstáculo enorme no Brasil. Que é o nosso item número 2.

Mito #2 - Não tenho oportunidades para praticar

Não ter com quem praticar a conversa no Brasil dificulta o aprendizado mais ainda.

E isto é mais uma coisa que gera vergonha e paralisação na hora de falar.

Fato: os brasileiros têm pouco contato com outros idiomas no seu dia-a-dia.

Fora dos lugares turísticos, não tem muitos americanos no Brasil. No interior então, nem se fala…

Onde encontrar um americano em Teixeira de Freitas, por exemplo?

Estudar inglês é uma coisa, mas o contato diário com um americano facilitaria muito o aprendizado. De fato, o ideal seria estar sempre imerso no idioma que a gente quer aprender.

Tem um ditado popular que diz: “A prática leva à perfeição”

Mas  muitos brasileiros não sabem como e com quem praticar. Com convívio diário e muita conversa, chegar à fluência seria mais fácil.

Mas como?

A maioria das pessoas não têm como deixar tudo pra trás e viajar para outro país só para aprender inglês. E aí se perguntam: “Será que é mesmo possível ficar fluente em inglês sem sair do Brasil?

A resposta é SIM. Porém mesmo assim a imersão imprescindível. Não importa se isso for no Brasil ou no exterior.

E mais, apenas morar num outro país não adianta nada se o aluno só tem contato com brasileiros. Muita gente sai do país só para voltar meses ou anos depois sem ter aprendido a língua.

Em outras palavras: a imersão é essencial. Isto significa o seguinte…

Quem está no exterior deve procurar mais contato com os nativos. E quem está no Brasil deve procurar mais contato com estrangeiros. Hoje tem muitos jeitos de encontrar pessoas pela internet.

Quem aproveita esta oportunidade vai melhorar rapidamente.

Imersão é a chave!

Pois a falta de prática também causa o próximo problema:

Mito  #3 - Tenho sotaque e pronúncia errada!

A gente ainda vive na história bíblica de Babel, pois praticamente todos os outros idiomas têm sons e fonemas que não existem em português.

No inglês por exemplo, tem o “th” de “there”

A pronúncia das vogais é diferente, muito sons são mais abertos ou menos nasais. As vogais são longas ou mais curtas e assim por diante.

Esta dificuldade aumenta mais ainda com idiomas mais exóticos. O francês por exemplo, tem uma pronúncia bem complexa.

E não vou nem falar das línguas asiáticas.

Mas até o inglês já é tão diferente do português, que é muito fácil identificar um brasileiro nos Estados Unidos. Na maioria dos casos, o sotaque é inequívoco.

Muitos alunos têm este problema.

E ele só aumenta os outros problemas. A timidez com a pronúncia, aumenta o medo de conversar com nativos.

O medo de conversar com nativos impede a prática e a imersão. E sem prática e imersão, a pronúncia não melhora. O que gera mais timidez e assim o círculo vicioso se fecha, sem saída!

Alguns alunos até me contaram que eles acham que a sua pronúncia é correta, mas depois descobrem que eles cometem muitos erros, que nem tinham percebido. E todos estes problemas se multiplicam mutuamente.

A gente precisa praticar a fala, mas também é necessário um jeito de verificar se cada som é correto mesmo. Senão, o aluno acaba inventando a sua própria pronúncia, que geralmente acaba soando meio parecido com o português.

Tem que ter um professor nativo. Um brasileiro com uma pronúncia impecável, que pode corrigir cada erro e dar a orientação necessária. Ou no mínimo, o aluno tem que gravar o que ele está falando para depois comparar a gravação com o jeito dos nativos de falar.

Sem algum controle não tem como saber se a pronúncia está correta, e muito menos melhorá-la. Mas o contrário da  pronúncia também é um problema enorme para muitos brasileiros. E este é o nosso próximo problema.

#4 - Tenho muita dificuldade na compreensão

Isso é uma má notícia mesmo. Os americanos não falam devagarinho só para que todos os estrangeiros possam entender tudo.

De fato, eles geralmente falam rápido demais. E provavelmente muito mais rápido do que as oratórias no CD que você comprou ou nas aulas do Youtube que já assistiu.

Estas oratórias são atores e eles geralmente falam muito devagar para se fazerem muito mais inteligíveis. Isso é mais um exercício que não prepara os alunos para a vida real. E é pior… além de falar rápido, eles têm dialetos diferentes.

Um Irlandês fala inglês, porém com uma pronúncia totalmente diferente de um americano.

Nem vou falar de todos os países onde o inglês também não é o idioma oficial. Você já conversou alguma vez com um japonês em inglês?

Em outras palavras, a maioria dos brasileiros está mal preparado para realmente interagir com pessoas de outros países e entendê-las. Mesmo que elas falem rapidamente com dialeto regional ou com um sotaque diferente.

E mesmo que elas falem com um jeito informal, com gírias e expressões idiomáticas ou com contrações…

E mesmo que o vocabulário seja conhecido e que esteja dentro de um contexto conhecido, compreender tudo é difícil para muitos.

Assistir filmes em outros idiomas ou entender uma música completa, sem chance.

Mais uma vez: o problema é que os exercícios comuns não são relevantes para a vida real. O certo seria treinar as mesmas habilidades que você também vai precisar na sua vida e nos encontros com pessoas de outros países.

Tem que treinar com material que é parecido ao jeito dos nativos de falar. E é realmente necessário modificar os exercícios para treinar a compreensão.

Só um exemplo entre muitos: invés de assistir filmes dublados, assista sempre filmes no idioma original com legendas. Tanto legendas em português, como legendas em inglês.

Mais importante ainda: Em vez de ficar apenas assistindo ao filme passivamente, utilize os diálogos dos filmes para criar exercícios que também treinam as habilidades ativas e não apenas as passivas.

Mas quando fazer todos estes exercícios? Este é um outro problema...

Mito #5 - Não tenho tempo para estudar

Até o aluno mais motivado, que tem todos os exercícios adequados para ficar fluente o mais rápido possível, nunca vai melhorar muito se ele não tiver tempo para estudar com consistência.

Muitos brasileiros têm uma vida tão corrida hoje em dia, que eles nem têm tempo para ir ao banheiro durante o trabalho. Nem vou falar de todas as outras obrigações. Faculdade, família, etc…

E depois, ainda perdem muito tempo no trânsito, fazendo fila nos bancos, nos cartórios e assim por diante. E eu estou falando de experiência própria.

A gente tem cada vez menos tempo no século XXI e cada vez mais material para estudar.

Muitos dos meus alunos confessaram que eles se sentem sobrecarregados por uma quantidade enorme de informação. É só digitar “estudar inglês” no Google e você verá milhões de resultados.

Por onde começar e de onde tirar tempo?

A gente precisa estabelecer um ritmo consistente de estudo e incorporá-lo ao dia-a-dia de uma maneira eficiente e conseguir estudar produtivamente com foco e concentração.

A gente, e não estou apenas falando dos alunos de idiomas, todo mundo, precisa resolver este problema. Tem que já começar o dia com muita energia, desde a primeira hora. Comida saudável e exercício físico para ser mais produtivo.

Precisamos estabelecer um ritmo que nos leve aos nossos objetivos automaticamente e que incorpora todas as atividades de alta prioridade todos os dias. Também temos que separar as várias áreas da nossa vida mais nitidamente.

Pois hoje em dia todo mundo está distraído durante o trabalho ou durante os estudos. Mas ao mesmo tempo estamos pensando no trabalho ou nos estudos durante o tempo livre com a consciência pesada.

E mais, a gente tem que eliminar todas as distrações que roubam tanto tempo nos desviando do caminho rumo aos nossos sonhos.

e-mail, facebook, instagram, whatsapp, twitter, skype, foruns, e-mail,notícias, TV, celular, e-mail, e mais e-mail ainda…

A gente tem que reduzir drasticamente estas interrupções e distrações que nos impedem de fazer o trabalho necessário para alcançar os nossos sonhos. A única exceção são os e-mails que aprimoram o seu inglês. Estes e-mails são ótimos e você tem que lê-los imediatamente!

Mas a lista de más notícias continua…

Pois mesmo se a gente achar o tempo necessário, é difícil tirar o maior proveito deste tempo...

E isto nos leva à próxima má notícia

Mito #6 - Não tenho motivação para estudar

Isso realmente não é culpa sua.

Quando eu ainda não conhecia os métodos que agora chamo de Método Pomodoro, eu também demorei anos para fazer algum progresso com meus estudos. E isso desanima demais. E mesmo sabendo todas as técnicas, é um desafio dar aquele empurrãozinho diário para nunca desistir dos nossos objetivos.

Às vezes simplesmente falta vontade!

Todos nós.. todos os seres humanos, somos reféns da preguiça e da procrastinação. Alguns mais e outros menos.

A coisa mais difícil e também a mais importante é sentar a bunda na cadeira, pois uma vez que a gente começa, a inércia está a nosso favor e é mais fácil continuar. Porém, para ter esta motivação necessária a gente precisa acreditar que vai dar certo.

A gente tem que ter fé no método e a determinação necessária para não desistir diante das dificuldades e limitá-los. Isso é um dos maiores desafios de todos. Pois muita gente no Brasil já se desanimou com os estudos e quase desistiu. E isto é uma pena, já que pode ser tão fácil chegar à fluência.

Mas um dos problemas com a motivação necessária é o seguinte:

Parece que a gente gosta de sofrer mesmo. O ser humano é um bicho engraçado. Em vez de pensar no resultado que ele quer e na vida que a gente vai ter quando souber uma outra língua, a gente prefere focar nas dificuldades.

E em vez de fazer exercícios divertidos, a gente escolhe o material mais chato para sofrer mais ainda. Ora, se estudar é divertido a gente nem precisa de disciplina. Resolvido!

Mito # 7 - Muito tempo e dinheiro perdido

Esta notícia realmente me incomoda demais. isso me irrita!

Eu fico super chateado cada vez que eu ouço isso. Muitos dos meus alunos comentaram que já estudam faz 3...5 ou até 8 anos e ainda não conseguem conversar em inglês. Eles pagam caro e nem obtém os resultados desejados.

Parece que foi tudo jogado fora.

Nem vou falar de toda a grana que eles gastaram nestas chamadas “ Escolas de idiomas”

As mesmas escolas que aumentaram os preços por causa da Copa e o farão novamente para as Olimpíadas e qualquer evento internacional que ocorra em nosso país.

Eu tenho certeza de que tem escolas boas também, mas infelizmente a maioria parece não prestar mesmo, segundo o relato dos meus alunos, e segundo a estatística de que o nível de inglês no Brasil é um dos 10 piores do mundo.

E eu acho que o motivo porque isso me incomoda tanto, é porque eu também perdi muitos anos com os métodos antigos, ou até antiquados.

O nosso sistema de educação foi inventado  no século XIX, faz uns 150 anos, para preparar crianças para trabalhar em fábricas. Vamos acabar com esta loucura!

Alguns alunos me escreveram dizendo que fizeram alguns cursos diferentes e que um foi pior do que o outro, mas aí, quando eles estudam sozinhos, eles não sabem organizar o material e nem sabem por onde começar. Parece que o povo brasileiro está revoltado. Está cansado de cursinhos que são todos iguais e não dão resultado.

E na verdade, isto é uma notícia boa, mas primeiro tem que saber o que não funciona para depois fazer as coisas de outra forma.

Para aprender um idioma e aprendê-lo bem e sem perder anos ou gastar uma fortuna, você precisa de um método comprovado

O negócio é o seguinte:

Se você quiser aprender um idioma e aprendê-lo bem e sem perder anos ou gastar uma fortuna, você precisa de um método comprovado e não um método que deixou o Brasil entre os países com a proficiência de inglês mais baixa do mundo inteiro.

Você tem que aprender todas as habilidades que você vai precisar na vida real, em vez de exercícios da Torre de Babel. E você precisa aprendê-las de um jeito eficaz. Com exercícios que não são uma tortura para que você consiga estudar com consistência, sem requerer uma força de vontade Hercúlea.

Você prefere perder anos ou falar com fluência?

Existem dois caminhos…

Compare o caminho que acabei de descrever, com o jeito tradicional de aprender um idioma… você gasta uma fortuna para atender aulas onde você aprende pouco e, ainda perde muito tempo. Cinco anos ou mais.

Você volta pra casa sem ânimo e sem tempo para estudar.

No final de semana, a sua consciência fica tão pesada que você finalmente pega o livro, mas os exercícios são tão chatos e não têm nada em comum com a vida real e não te preparam para o contato com nativos.

Você estuda mesmo assim… pois é melhor do que não fazer nada, não é mesmo?

Porém sempre que você encontra alguém de outro país, você trava, fica com vergonha e medo de falar.

Na próxima entrevista de trabalho, o departamento de recursos humanos escolhe outro candidato e quando você tem a chance de visitar outro país, você desiste, pois não se sente preparado.

A maioria dos alunos tem a impressão errada de que aprender inglês tem que ser penoso.

Olha só as palavras que a gente usa para descrever o aprendizado:

“Você tem que fazer os deveres e aguentar isso com disciplina, senão você vai tirar más notas

Eu sei disso porque eu passe pela mesma mer...@%$#%$

...mera ilusão de que eu estava fazendo progresso, mas eu sempre tinha a intuição de que devia existir um jeito melhor.

E finalmente eu descobri este jeito.

Você estuda em pequenos pedaços para sentir que você está fazendo progresso mesmo e, todos os dias, você cria os seus próprios exercícios relevantes à sua vida real.

E você tira o material da sua vida cotidiana, ou de filmes, livros e músicas.

Assim os exercícios são divertidos e você começa a viciar nos seus estudos, pois você está curtindo o progresso e a cada dia avança mais.

Quando você encontra um nativo, você não vê a hora de aplicar tudo que você aprendeu e bater um papo com ele ou ela. O departamento de recursos humanos te adora, o seu chefe aumenta o seu salário e você não vê a hora de visitar outros países.

Mas olha...você passou a mesma quantidade de tempo com esses exercícios que realmente são eficazes e divertidos.

Você alcançou um resultado melhor e gastou bem menos dinheiro.

Agora você pode deixar os estudos para trás, para sempre e voltar a se dedicar às coisas que você realmente gosta de fazer.

Ou você pode aprender mais um terceiro, quarto ou quinto idioma.

Este método funciona tão bem, que eu já viajo o mundo faz 14 anos, aprendendo um idioma atrás do outro em poucos meses.

E graças ao inglês, eu consigo emprego em qualquer lugar do mundo, ou até mesmo na internet. A melhor parte é que você está entre os primeiros que estudam assim e todos os seus competidores no mercado de trabalho ainda estão utilizando o método de 1858.

Imagine só que os seus concorrentes estão tentando acender um fogo com dois gravetos de madeira…

E você tem um isqueiro…

Acabou, você venceu!

Então, agora eu recomendo lei esta lição por inteiro, mais uma vez para realmente gravar todas as dicas na sua mente. A escolha é sua.

Eu acho que você está começando a entender como você deve estudar inglês para realmente conseguir o resultado que você merece. E se você ainda está estudando segundo os métodos de 150 anos atrás, você está desperdiçando muito tempo.

A vida é muito curta pra isso.

Um método do ano de 1858 não vai te trazer fluência, vai te trazer frustração.

Ele não economiza tempo, ele desperdiça tempo…

Ele não economiza dinheiro. Ele joga dinheiro fora.

Você precisa de um método que seja simples, efetivo e comprovado.

Espero que você tenha aprendido alguma coisa com esta lição.

Eu sempre gostei muito de ensinar. E por isso me formei em didática numa faculdade privada na Austrália.

Era uma faculdade Alemã que ensina segundo a moderna ciência do cérebro e como também sempre gostei de aprender idiomas, de viajar o mundo e conhecer outras culturas, eu acabei aprendendo alemão, inglês, francês, espanhol, português, indonésio, malaio, japonês, italiano, holandês, filipino, chinês, tailandês e catalão.

Com alguns desses idiomas eu sei apenas as coisas mais básicas, mas muitos deles eu falo fluentemente.

E agora eu consigo aprender um idioma em poucos meses.

E você pode fazer isso também. Eu sei que você pode.

Porque as minhas experiências me permitiram descobrir todos os truques, as técnicas, as estratégias e as táticas para acelerar o processo de aprendizado do inglês, por exemplo.

Em 2012 comecei a ensinar um curso grátis na internet . Dezenas de milhares de pessoas participaram e eu recebi milhares e milhares de e-mails com agradecimentos, perguntas e depoimentos.

E essa interação me permitiu realmente aperfeiçoar o método.

Em dezembro de 2012, depois de cinco anos de preparação, eu finalmente terminei o meu curso VIP, Inglês Pomodoro.

E agora eu passei os últimos meses me dedicando a aumentar e melhorar esse curso ainda mais, para a versão mais atualizada.

Ele pode fazer a diferença entre anos de estudos e fluência em poucos meses. E tudo sem sofrimento. Então, o negócio é o seguinte: ainda não posso aceitar aplicações para o novo curso, pois ele não vai ser lançado agora.

E a disponibilidade vai ser muito limitada devido a alta demanda e também a atenção personalizada que o curso vai requerer. O melhor jeito de ter a chance de participar é lendo as próximas lições, que vou te enviar para que possa “cravar” o inglês no seu cérebro de uma vez por todas.

Mais uma coisa: eu gostaria de saber quem está aqui, quem está prestando atenção e quem continuará acompanhando esta série de quatro lições.

Então agora, antes de sair, deixe um comentário e me conte a sua história com idiomas.

Isso vai me ajudar a te ajudar melhor.

E você também vai aprender muito mais com as respostas dos outros.

Todos nós temos a mesma meta. Fluência numa língua estrangeira, a fim de viajar, ter mais sucesso profissional, criar novas amizades e relacionamentos. Ou simplesmente sentir aquele orgulho de entender filmes estrangeiros sem legendas.

Se você também compartilha esta visão, compartilhe também esta lição com seus amigos que estão precisando aprender inglês com urgência.

Você também pode baixar um resumo dos pontos mais importantes desta lição em formato PDF e compartilhar este relatório com todo mundo que você gosta também, porque eu acho que estas informações deveriam ser livremente acessíveis para todo mundo.

Realmente não tem porquê estudar inglês por anos e não conseguir manter uma simples conversa.

Na próxima lição, a segunda nesta série de 4, vou derrubar alguns dos mitos mais persistentes e mais perigosos sobre idiomas, que estão impedindo o seu sucesso agora.

Também vou revelar os piores erros, que praticamente todos os alunos cometem quando estudam. Como evitá-los e como estudar de um jeito muito mais eficaz.

O que faz com que você até agora não esteja falando inglês como gostaria?

 

VOCÊ COMETE ALGUM DESSES ERROS?(Clique aqui para continuar lendo)